29 de set de 2011

Venha para um encontro legal!


Movimento Atos Universitário pela vida.
Toda quinta-feira as 21h45 as 22h 10 em uma sala de aula do Pólo.
Informações do local na secretaria da Aupex.

Participe! Aguardamos você.


Carin Hoegen
Diretora da Aupex

27 de set de 2011

Aniversário do professor André

Temos mais um aniversariante neste mês. É o professor André Luiz Vieira que aniversaria na quarta-feira, dia 28 de setembro.

A arte de ser professor

Turma Pedagogia PED 0029.
Professora Dilcicléia

video

Com tablets, empréstimo de livros virtuais é desafio para bibliotecas

Com a popularização dos tablets, o empréstimo de livros virtuais virou um desafio para as bibliotecas

Foto: Getty Images

Com a popularização dos e-readers (leitores eletrônicos) entre alunos, o empréstimo de livros nas escolas brasileiras passa por um processo de adaptação. Colégios públicos e particulares investem e incentivam o uso de tablets e similares, e os estudantes começam a se familiarizar com a leitura de textos virtuais em dispositivos portáteis. Mas como as bibliotecas estão lidando com essa nova plataforma de leitura?
Na 15ª Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, ocorrida no início de setembro, dois dias foram dedicados à discussão do papel da biblioteca no empréstimo de e-books, da democratização no acesso à leitura e dos desafios impostos com o surgimento de novas tecnologias, um cenário inimaginável há menos de duas décadas, quando existiam poucos aparelhos e eles ainda eram grandes e caros.
Conforme explica o presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim, há duas linhas principais em estudo que se apresentam como possibilidades para implantação de uma biblioteca para empréstimo de e-books no Brasil. "Uma delas, que vigora na Europa e nos Estados Unidos, indica o empréstimo de livros que são baixados e, depois de alguns dias, desaparecem do suporte utilizado, fazendo com que termine o prazo de uso. A outra se daria por meio do ciberespaço, da chamada 'nuvem'. Dentro desse conceito, os livros ficariam em uma rede disponível a todos e o leitor não chega a baixar os arquivos. Neste caso, haveria a necessidade de pagar uma mensalidade para que o usuário acessasse as obras".
Desde o último dia 5, a Gol Editora já disponibiliza uma biblioteca virtual no endereço www.nuvemdelivros.com.br. "Temos dados que nos propiciam fazer uma biblioteca em nuvem no Brasil, e fazendo com que isso seja popular. O País é o terceiro mercado de computadores do mundo e tem a quinta maior planta de celulares, com mais aparelhos do que habitantes. Esses são fatores que favorecem a implantação de uma rede para a leitura virtual", afirma Jonas Suassuna, presidente do grupo, que pretende disponibilizar seis mil obras a partir de outubro ao custo de R$ 0,99 por semana.
Esse modelo, no entanto, não é unanimidade. "O Brasil é um muito País muito grande e com peculiaridades bem distintas em cada região. Creio que para alcançarmos a tão falada inclusão digital, o ideal seria que o empréstimo de livros virtuais fosse gratuito, como nas bibliotecas convencionais", detalha a professora do curso de biblioteconomia da Universidade Federal de Brasília (UnB), Mônica Regina Perez.
Os piratas do Brasil
Segundo dados da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos, quase 200 mil downloads ilegais de livros foram realizados no País nos últimos dois anos por meio de 50 mil links "alternativos". "Na França, em 2010, o número de livros pirateados foi de, no máximo, 3%. Ou seja, existe segurança para que o empréstimo e a comercialização não sejam irregulares", comenta Amorim.
Sócia-proprietária do site de hospedagem e gerenciamento virtual de livros Alexandria Online, Raquel Mattes acredita que o download ilegal é "uma resposta ao preço caríssimo das obras". "Durante o governo Lula, os livros foram desonerados de qualquer imposto e, mesmo assim, os preços não baixaram. Esse tipo de pirataria só pode ser combatida quando tivermos preços acessíveis à população", diz.
Para Suassuna, a utilização da nuvem seria uma forma de combater a pirataria, já que não é possível baixar o livro e, assim, não daria para copiá-lo.
Livros na rede sem qualquer custo
Enquanto se discute a melhor forma de distribuição do conteúdo, projetos como o Domínio Público (www.dominiopublico.gov.br), do governo federal, que disponibiliza, por exemplo, a obra completa de Machado de Assis, e o Gutenberg (www.gutenberg.org), em inglês, que busca a democratização da leitura por meio da distribuição gratuita de livros em formato digital, ganham espaço. Em ambos os casos, são colocados à disposição do internauta obras cujos direitos autorais já estão liberados para uso.
Com uma proposta um pouco diferente, o Scridb (pt.scribd.com) se anuncia como "o maior clube do livro do planeta". Nele, o leitor compartilha textos com outras pessoas e pode, assim como nos sites já citados, encontrar algumas obras de livre circulação. O problema segue sendo as obras "fechadas", cujo interesse econômico por trás ainda vigora.
Empreste um livro para um amigo
Para esses casos, ainda existe a possibilidade de uma troca entre amigos, que segue viva nas plataformas virtuais. O mais popular leitor de e-books da atualidade, o Kindle, da Amazon, permite o empréstimo de livros virtuais desde novembro do ano passado. O processo é feito de um equipamento para o outro. O usuário que empresta fica 14 dias sem acesso à obra para que o amigo possa ler. Depois desse tempo, ela é bloqueada para quem pegou emprestado e "devolvida" ao dono. Processo muito semelhante a um empréstimo de um livro de papel.
Independentemente da postura adotada, o importante é procurar uma adequação às mudanças que a tecnologia impõe ao hábito de ler. "A biblioteca precisa buscar alternativas para se adaptar a esse processo. A tecnologia está disponível em qualquer lugar e a qualquer momento, e não necessariamente onde está a biblioteca. Logo, ela não pode mais esperar que o usuário vá até a instituição para buscar títulos ou realizar pesquisas, ela precisa ir onde o leitor estiver, disponibilizado obras raras e coleções exclusivas, para atrair o mesmo", ressalta o professor de tecnologia da informação da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Antônio Luiz Mattos.
A biblioteca da Ufes já começou a selecionar obras para compor seu acervo de livros virtual.


Fonte:http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias

Alunos de Pedagogia participam de ação social no Morro do Meio

No domingo, dia 25 de setemmbro, alunos da turma PED 0339 de terça-feira, matutino, participaram da ação social no Morro do Meio realizando trabalho educativo e recreativo junto às crianças da comunidade.




Geralmente a mídia tem noticiados coisas negativas sobre o bairro morro do meio. Na verdade , o Morro do Meio também é muito especial, assim como toda a Joinville, Santa Catarina, Brasil. Somos alvos do amor de Deus. Neste sentido estaremos divulgando neste mês o slogan : “ Deus ama, eu amo o Morro do meio”.
Diversas Igrejas, associações , escolas e outros estão se envolvendo nesta campanha.

Programação:


1 - Nos dias 17 e 18 de Setembro, sábado e domingo, visita as casas e conversa com os moradores sobre a importância de se valorizar como morador , como cidadão aprender a amar o bairro na prática do dia a dia e a importância de saber que Deus realmente ama o bairro e seus moradores.


2 - Nos dias 22 a 24 de Setembro,  palestras para as famílias , numa tenda montada ao lado da Escola Municipal Rubem Schmidlin.  Trabalhos especiais com crianças e apresentações de músicas das oficinas do Projeto Missão Morro do Meio.

3 - Dia 25/09 , domingo à tarde, festa da criança do morro do meio.

Professores aniversariantes

No dia 24 de setembro comemoramos o aniversário de duas pessoas muitos especiais e queridas por todos aqui na AUPEX.O professor Jonas Alves da Silva e o articulador Dienes da Cunha. Aos dois colegas a nossa homenagem.


22 de set de 2011

Visita da representante da Uniasselvi às salas de aula

Por ocasião da visitação da representante da UNIASSELVI, a professora Eleide Mônica da Veiga Jacques acompanhada da diretora da AUPEX, Carin Hoegen, teve a oportunidade de visitar as salas de aula e conversar com os acadêmicos.

Capacitação ENADE

Mais uma importante capacitação docente aconteceu na AUPEX, no dia 16 de setembro.
O tema foi o ENADE. A palestra foi ministrada pela Coordenadora do curso de Matemática da UNIASSELVI, Eleide Mônica da Veiga Jacques.



Capacitações UNIASSELVI

Nos dias 16 e 17 de setembro, a Coordenadora do curso de Matemática da UNIASSELVI Eleide Mônica da Veiga Jacques, esteve na AUPEX para tratar dos seguintes assuntos com os Tutores externos,Articuladores, Coordenadoção e Direção do Polo:

1 – Socialização dos resultados da Avaliação Institucional da CPA (Comissão Própria de Avaliação)
2 – Capacitação ENADE
3 – Capacitação Tutoria Externa







Para baixar as fotos, clique aqui


21 de set de 2011

Educação a distância avança, mas é preciso cuidado na escolha


 fonte:http://www.festaformatura.com.br



Samira Galli

O mais recente Censo da Educação Superior realizado pelo Ministério da Educação (MEC) mostra que, nos últimos dez anos, o número de matriculados em cursos de graduação a distância aumentou em mais de 15.000%. No ano 2000, havia 5.287 inscritos em todo o Brasil. Em 2009, esse número pulou para 838.125, uma trajetória histórica dos números de matrículas no EAD.
Apesar da educação a distância (EAD) em cursos de graduação ser um processo relativamente novo no Brasil, o ensinamento à distância é considerado uma modalidade antiga de educação. Para a professora de Educação, Comunicação e Tecnologia do campus Sorocaba da Universidade de São Carlos (Ufscar), Teresa Melo, que estudou o ensino semipresencial para a tese de doutorado em Ciências da Comunicação, as cartas bíblicas do apóstolo São Paulo foram os primeiros registros de educação a distância. "O objetivo das cartas era passar uma mensagem, um ensinamento. Aquilo já era educação a distância", defende.
Com o passar dos anos, os mais variados meios para passar as mensagens foram utilizados, desde correios, rádio e televisão. Quando surge a internet e os meios digitais, as oportunidades de cursos à distâncias explodem. "O Instituto Universal Brasileiro sobreviveu tanto tempo e durante décadas formou tantos técnicos sem internet. Hoje ele se adaptou e também usa plataformas digitais."
Teresa acredita que, com a internet, a educação a distância muda de status. "Antes, quem fazia não era valorizado. Hoje, as pessoas acham bacana fazer um curso a distância. Mas, embora o ensino a distância seja antigo, os meios de transmiti-lo são novos e mudam o tempo todo. Cada vez que a tecnologia evolui, mudam as possibilidades."

Educação democrática

Para a especialista, não se trata de roubar o espaço dos cursos presenciais tradicionais. A educação a distância é uma alternativa e complementa a educação presencial tradicional. "Eu prefiro acreditar que todas as tecnologias digitais venham somar e não substituir".
Com o universo de cursos à distância, a educação fica mais democrática, com a possibilidade de chegar a pessoas que não teriam chance de outra maneira. "É uma educação cidadã. Além da qualidade, é necessário trazer com ela a possibilidade de reflexão, de inserção social, de seriedade."
E não são apenas as distâncias que são flexibilizadas. Além do espaço, os cursos trazem flexibilidade de horário, um bem cada vez mais precioso na sociedade contemporânea. "Isso dá oportunidade para muita gente que não teria oportunidade de estar presente num curso desses. Só isso já é um grande fator positivo."

Problemas

Os mesmos problemas encontrados no ensino presencial também são os que afetam a qualidade dos cursos a distância. Teresa afirma que, independente da modalidade, o que importa é a seriedade com que a atividade educacional é encarada. "Uma visão equivocada da educação, falta de seriedade, mercantilização e massificação do ensino são os piores. Mas isso, qualquer curso em qualquer instituição, ensinado por qualquer modalidade, pode ser muito bom ou pode ser uma arapuca", disse.
Além disso, outro ponto negativo do ensino a distância é a perda de outras vivências acadêmicas, como a vida universitária, por exemplo. "Há outras coisas que acontecem num espaço de ensino superior e que vão além da sala de aula. As aprendizagens não se restringem ao momento de ensino."
Mas, mesmo assim, ela acredita no relacionamento pessoal à distância. "Engana-se quem pensa que à distância não existe o calor, o relacionamento pessoal. À distância, você pode conhecer muito bem uma pessoa sem nunca ter visto. Você pode estabelecer relações de amizade duradouras e fortes dessa maneira", defende.

Profissional

"A educação a distância não vai tirar o emprego do professor", afirma Teresa. Ela explica que, pelo contrário, até são necessários mais profissionais de educação envolvidos. Apesar da falta de estrutura física, a estrutura humana precisa ser maior para o ensino ser bem feito. "A educação a distância séria tem uma equipe muito maior que a disciplina presencial, inclusive com grupos multidisciplinares, como profissionais de Tecnologia da Informação, que precisam estar afinados."

Estudante

De acordo com Teresa, o curso à distância depende mais do aluno que o presencial, por cobrar uma disciplina maior do estudante. "Flexibiliza tempo e espaço, mas exige uma disciplina de participação que precisa ser muito rígida. E entender que, mesmo distante, ele não pode deixar para depois, ele precisa estar o tempo todo ligado. Para o estudante, a modalidade também é novidade."
As pessoas que mais se interessam pela modalidade são as que não possuem outras possibilidades no tempo ou no espaço. "Você pode imaginar até aquele estudante que está na Amazônia, distante de um centro que tenha uma universidade, como aquele que mora em São Paulo, mas não tem tempo para poder cursar uma graduação presencial. O perfil do estudante é bastante variado e também está sendo construído para entender as dificuldades da participação de um curso presencial", afirma.

Solução

Teresa defende uma modalidade híbrida e bem estruturada como ideal para o ensino a distância. "Os cursos semipresenciais, com encontros presenciais e parte à distância são uma solução", diz.
Apesar de todas as qualidades dos cursos à distância, Teresa destaca que ainda há questões a serem analisadas. "Existem questões a se debater. O que dá para fazer à distância? Você consultaria um médico que fez uma faculdade à distância? Há limites no processo e é preciso pensar neles."
Devido às discussões que ainda gera, a modalidade de ensino à distância, para Teresa, não deve ser tão elogiada nem criticada demais. "Depende de muito conhecimento, muito estudo, muita técnica e muita sensibilidade. Por isso, não se pode satanizar o Ead e nem simplificar e louvar demais. Ele não é o salvador da pátria, assim como as tecnologias digitais não são as salvadoras da educação. Elas podem ajudar, mas se eu não pensar como usá-las, não vão adiantar em nada", finaliza. 

Fonte:http://portal.cruzeirodosul.inf.be

19 de set de 2011

Joinville participa da 5ª edição da Primavera dos Museus



Programação apresenta seminários, colóquios e atrações culturais

Nesta segunda-feira (19/09) tem início a 5ª Primavera dos Museus em Joinville. Este ano, o evento comemorado em todo o país, apresenta o tema “Mulheres, Museus e Memórias”. A programação vai apresentar oficinas, seminários, apresentações culturais, exposições, entre outras atividades. O evento será realizado nos dias 19 a 25 de setembro no Museu Arqueológico de Sambaqui, Museu Casa Fritz Alt, Museu de Arte de Joinville e Estação da Memória. Programação aberta a comunidade e gratuita.

A Primavera dos Museus é coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus – Ibram e realizada por instituições museológicas brasileiras, com o objetivo de sensibilizar os espaços museais e a comunidade para o debate dos temas atuais. Participam desta edição cerca de 589 instituições, que promoverão mais de 1.700 atividades em 310 cidades de todas as regiões do País.

O Museu Arqueológico de Sambaqui reabre suas portas para uma visitação diferente. Nos dias 19 a 23/09 a comunidade está convidada a conhecer o processo de montagem da próxima exposição do museu. A visitação ocorre das 09h às 15 horas. Na quinta-feira (22/09) o museu realiza a 14ª edição dos Colóquios Patrimoniais, com a temática “Mulheres Indígenas e Cultura Material”. O encontro ocorre às 19h30 no auditório do museu. Colóquio aberto a comunidade.

Na sexta-feira (23/09) o Museu Casa Fritz Alt promove a Oficina “Apropriação do feminino da obra de Fritz Alt: Desenho do início ao fim”. O encontro será realizado às 08h30 na Sala de Restauro do Museu. Após a oficina, ocorre a inauguração do busto de Fritz Alt às 11h30 em frente ao museu. A peça em bronze foi esculpida por Edith Wetzel e doada pela Empresa Wetzel.

A Estação da Memória apresenta no sábado (24/09) o bate-papo com a engenheira Corandine Taggesell, sobre a vida e a profissão nos trilhos da Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima – RFFSA. A conversa será realizada às 09 horas no auditório da Estação. À tarde, o grupo Moendo Café apresenta o projeto “Samba na Estação”. A apresentação musical está marcada para às 16 horas no Palco da Estação.

O Museu de Arte de Joinville apresenta mais uma edição do “Um Domingo no Jardim do MAJ” no dia 25 de setembro. A programação gratuita ocorre das 09h às 19h30, com apresentações musicais, feira de arte e artesanato, piquenique, exposições, performances e outras atividades. O museu apresenta a exposição “Internas”, com desenhos e esculturas de Marta Berger, poesias de Elvira Federici e fotografias de Hans M. C. Basso, no Galpão da Associação de Artista Plásticos de Joinville (AAPLAJ), na Cidadela Cultural. A abertura das exposições ocorre no domingo (25) às 12h30. Durante o evento, haverá um bate-papo com os artistas.

Outro atrativo da programação é o projeto musical “JAZZNOMAJ – Jazz no Museu de Arte de Joinville” com Lily Blumerants. A primeira apresentação do projeto conta com a participação do Dedo de Prosa e do saxofonista Claudio Moraes para um tributo a Miles Davis e as Divas do Jazz. O show ocorre às 17h no jardim do MAJ. Apresentação gratuita e aberta ao público.

A 5ª Primavera dos Museus em Joinville é uma realização do Museu de Arte de Joinville (MAJ), Museu Arqueológico de Sambaqui (MASJ), Museu Casa Fritz Alt (MCFT), Estação da Memória, Fundação Cultural de Joinville (FCJ) e Prefeitura.

Confira a programação:


Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville
Rua Dona Francisca, 600, Centro – (47) 3433-0114

19/09 a 23/09 – Visitação à Montagem da Exposição Temporária “As Coisas e o Olhar: o patrimônio arqueológico visto através dos acervos do MASJ”
Horário: 9h às 15h
Local: Sala de exposições do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville

22/09 – XIV Edição dos Colóquios Patrimoniais com a temática “Mulheres Indígenas e Cultura Material”
Horário: 19h30 às 22h30
Local: Auditório Hilda Anna Krish do Museu Arqueológico de Sambaqui de Joinville

Museu Casa Fritz Alt
Rua Aubé, s/nº, Boa Vista – (47) 3433-3811

23/09 – Oficina “Apropriação do feminino da obra de Fritz Alt: desenho do inicio ao fim”
Horário: 8h30 às 11h30
Local: Sala de Restauro do Museu Casa Fritz Alt

23/09 – Inauguração do busto em bronze de Fritz Alt esculpido por Edith Wetzel
Horário: 11h30
Local: Jardim do Museu Casa Fritz Alt

Estação da Memória
Rua Leite Ribeiro, s/nº, Anita Garibaldi – (47) 3422-5222

24/09 – Bate-papo com Conradine Taggesell: uma engenheira nos trilhos da RFFSA
Horário: 9h
Local: Auditório da Estação da Memória

24/09 – “Samba na Estação” com o grupo Moendo Café
Horário: 16h
Local: Estação da Memória

Museu de Arte de Joinville
Rua XV de Novembro, 1.400, América – (47) 3433-4677

25/09 – Um domingo no jardim do MAJ – piquenique comunitário, ecológico e cultural
Horário: 9h às 19h30
Local: Jardim do Museu de Arte de Joinville

Programação “Um Domingo no jardim do MAJ”:
9h às 10h30 - Grupo Tai Chi Chuan – Família Yang

10h às 17h - Exposição da Associação Joinvilense de Artesãos e da União dos Artesãos de Joinville

10h às 17h - Participação da UNIPAZ – Rede Internacional de Cultura para a Paz

10h às 17h - Terapia Oriental com Eduardo Rosa – quick massagem gratuita

10h30 - Apresentação do Grupo Poema Sonoro

12h - Apresentação do grupo Taikô – Tambores do Japão

12h30 - Abertura da Exposição e Bate-papo com os artistias da série “Internas” – desenhos e esculturas de Marta Berger, Poesias de Elvira Federici e fotografias de Hans M. C. Basso
Local: Galpão da Associação de Artistas Plásticos de Joinville (AAPLAJ), Cidadela Cultural

12h30 - Performance de alunos do 2º Ano de Artes Visuais da Univille
Local: Jardim do Museu de Arte de Joinville

13h - Piquenique Comunitário

14h às 17h - Workshop com argila para crianças – Núcleo Arte do Fogo da Associação de Artistas Plásticos de Joinville (AAPLAJ)

17h às 19h - Show Musical JAZZNOMAJ – Jazz no Museu de Arte de Joinville – Lily Blumerants convida Dedo de Prosa e o saxofonista Claudio Moraes para tributo a Miles Davis e as Divas do Jazz

*Programação sujeita a alterações.

Serviço
O quê: 5ª Primavera dos Museus “Mulheres, museus e memórias”
Quando: 19 a 25 de setembro
Programação: www.joinvilecultural.sc.gov.br
Quanto: Gratuito
Informações: (47) 3433.2190 na FCJ ou nas unidades

18 de set de 2011

Paulo Freire, o mestre libertador dos sonhos



fonte:http://oglobo.globo.com
Escrito por Jurandir Santos

Nasceu em Recife o nosso educador e filósofo, Paulo Freire, que completaria 90 anos no dia 19 de setembro. Para nosso orgulho, é considerado um dos pensadores mais notáveis da história da pedagogia mundial. Sustentou a ideia de que “os homens se educam entre si, mediados pelo mundo”. Na sala de aula, alunos e professores aprendem juntos, uns com os outros, desde que estejam dispostos a estabelecer relações afetivas, democráticas e com abertura para o diálogo.


Toda a sua obra influenciou a pedagogia crítica, esteve voltada para a educação popular e para a consciência política. Como muitos de nós sabemos, no ano de 1963, esse notável educador ensinou 300 adultos a ler e a escrever em apenas 45 dias, desenvolvendo um método inovador de alfabetização, adotado inicialmente no estado do Pernambuco.

A valorização da cultura do aluno é ponto de partida e base da metodologia proposta, para o processo de conscientização preconizado por ele. Seu método, formulado inicialmente para adultos, propõe a identificação e a catalogação de palavras-chave, também chamadas de palavras geradoras. Elas devem ter expressivo significado na comunidade na qual os alunos estão inseridos. Como exemplo, podemos usar a palavra “TIJOLO”, para os operários da construção civil.

Recusava-se a aceitar o ensino como transmissão de saberes, uma vez que a missão do professor é a de possibilitar a criação ou produção de conhecimentos. Assim, a orientação de Freire não era baseada na abstração, mas no jeito concreto de ensinar e escrever as palavras e compreender o mundo. Refletida à luz da teoria, a prática possibilitaria uma ação transformadora nas estruturas sociais e educacionais das pessoas envolvidas.

Uma proposta que partia da realidade concreta para buscar superar e construir conhecimentos novos, integrando os sujeitos no processo educativo, seja ele educando e educador, dirigente e dirigido, liderança e linha de base, todos eles dispostos a uma prática transformadora da realidade.

Partiu do pressuposto de uma prática fundamentada na crença de que o educando, para assimilar o objeto de estudo, deve articular a dialética com a realidade, em contraposição à educação bancária, tecnicista, alienante, não reflexiva. De acordo com essa lógica, o aluno adquire condições para criar a sua própria educação e planejar o seu caminho, ao invés de simplesmente viver o construído.

Sua proposta era a de lutar contra a miséria econômica, social e cultural, em prol a multidões de pessoas incapazes de reconhecerem os seus direitos enquanto cidadãs e o seu espaço no mundo.

Em verdade, Paulo Freire delineou uma pedagogia da libertação, intimamente relacionada com a visão marxista, na tentativa de, além de educar, conscientizar as consideradas classes oprimidas, pois, segundo a sua visão, todo ato de educar é político. “Não basta saber ler que Eva viu a uva. É preciso compreender qual a posição que Eva ocupa no seu contexto social, quem trabalha para produzir a uva e quem lucra com esse trabalho”, dizia ele.

Fonte: http://www.gestaouniversitaria.com.br

Aniversário da professora Luciane

15 de set de 2011

NEAD - Convocação UNIASSELVI-EAD

Nos dias 16 e 17 de setembro, um representante da UNIASSELVI estará presente no  Pólo de Apoio Presencial e cumprirá a seguinte agenda de trabalho:

1 – Socialização dos resultados da CPA
Envolvidos: Articulador, Coordenador e Diretor do Polo.
Data: 16/09
Horário: 15h.
Pauta: Avaliação Institucional.

2 – Capacitação ENADE
Envolvidos: Articulador e Tutores Externos com alunos inscritos no ENADE (Pedagogia, Artes, Biologia, Matemática, PEE, Geografia, História, Letras)
Data: 16/09
Horário: 19h às 22h
Pauta: análise dos dados do simulado 1; oficinas preparatórias para o ENADE; minicursos relativos à prova de formação geral e tópicos pedagógicos.

3 – Capacitação Tutoria Externa
Envolvidos: Articulador e TODOS os Tutores Externos do Polo
Data: 17/09
Horário: 8h às 12h
Pauta: Reposição de Disciplina; Reposição de Avaliação; Disciplinas Optativas; Cancelamento de questões; Pedido de revisão de avaliação final; Convalidações; NAP (Nivelamento/ Formação Continuada); Webconferência; Prática/Estágio/ Atividades Complementares; Ambiente Virtual de Aprendizagem; Jornada de Integração Acadêmica - JOIA; Novas Avaliações.

A presença dos Articuladores e Tutores Externos é obrigatória, e as ausências deverão ser justificadas. Os Tutores com Encontro Presencial no dia 17/09 deverão manter o expediente com a turma.

Atenciosamente,

Prof. Janes Fidélis Tomelin
Pró - Reitor de Ensino de Graduação a Distância
Centro Universitário Leonardo da Vinci - Grupo UNIASSELVI
Email: janes@grupouniasselvi.com.br

O que vem de longe pode me atingir, me informar e me formar muito bem!

Fonte:http://cdn1.mundodastribos.com



Revista Gestão Universitária, Edição 286
Angelica Bocca Rossi  

Quem foi que disse que para aprendermos alguma coisa precisamos estar “cara-a-cara” ou bem pertinho? Já faz muito tempo que as distâncias estão diminuindo. Outro dia mesmo, nós seres humanos nos comunicávamos enviando cartas uns aos outros por diversos meios, nas menores distâncias usávamos os próprios escravos, nas maiores distâncias os mensageiros em seus cavalos velozes e para as distâncias mais longínquas, os navios (entre países). Com o tempo, os mensageiros passaram a ter uniformes (amarelo e azul), equipamentos mais adequados bolsas apropriadas para carregar muitas correspondências, chapéus, sapados mais confortáveis e mais resistentes para suportar as longas caminhadas diária e, hoje em dia, um bom protetor solar. As formas de comunicação evoluíram a tal ponto que as pessoas puderam se falar mesmo estando distantes umas das outras e o mais interessante, em tempo real, ou seja, falavam e ouviam como se estivessem no mesmo ambiente e muito próximas, era o aparelho de Graham Bell, o telefone. Alguns anos mais tarde, poucos anos, diga-se de passagem, as ligações para longas distâncias ficaram muito fáceis. O acesso ficou rápido e cada vez mais eficiente. Antes de terminar o século XX surgiram os novos meios de comunicação, primeiro os telefones móveis. É raro encontrar alguém que não possua pelo menos um celular. Este aparelho trouxe tanto inconveniência como comodidade. As vezes atrapalha, pois quem tem um celular quer falar o tempo todo não escolhendo o lugar ou a situação. Outras vezes nos livra de situações desagradáveis ou nos propicia um bom álibi. De qualquer forma o importante é que nos comunicamos cada vez com mais facilidade.

Majestosa e imponente chega, também, a comunicação informatizada. Agora podemos nos ver e nos falar ao mesmo tempo, estando onde quer que seja, na mesa da frente, ou do outro lado do mundo. Com toda esta evolução, causada pelas necessidades evidenciadas no ser humano e, desenvolvida por nós mesmos, não basta apenas nos comunicarmos com mais rapidez e eficiência, é preciso tirar o melhor proveito dessa evolução toda e, principalmente, usar em prol da educação, fazendo com que a formação acadêmica, chegue a todos e em todos os lugares, oferecendo melhores oportunidades a todos os cidadãos brasileiros. Por isso Instituições de Ensino no Brasil estão disponibilizando seus cursos presenciais na modalidade EaD para que muitas pessoas, possam se beneficiar de suas propostas pedagógicas, sem precisarem se mudar de suas cidades e deixar família, emprego, etc., ou, ainda, irem até as Instituições para poderem ter uma profissão formal. Com isso podemos entender que, o que vem de longe pode nos atingir, porém, de forma benéfica. Já podemos usufruir de cursos com excelentes conceitos nas avaliações do MEC , em todo o país e, o melhor, ao mesmo tempo. Algumas IES (Instituição de Ensino Superior) estão disponibilizando seus cursos, seus professores e uma infraestrutura física e informatizada adequadas, para que muitos possam ter acesso aos cursos de graduação e possuam uma formação que vislumbrem um futuro melhor e realizado.

Embora muitas pessoas ainda estejam resistentes a esta modalidade de ensino, é evidente que é uma via de mão única, não há mais volta e, ainda, podemos dizer que o futuro é este. É claro que, como tudo nesta vida, existem os bons e os ruins, mas, da mesma forma, não podemos julgar um pelo outro, o importante mesmo é buscarmos a maior quantidade de informações sobre os cursos, sua proposta pedagógica, conhecer a Instituição de Ensino, o pólo presencial e de apoio, conversar com as pessoas responsáveis pela oferta do curso, antes de fazer o processo seletivo, pois, nem sempre o que parece é, ditado antigo, porém verdadeiro e merece ser respeitado.

Mas o que devemos considerar realmente é o caráter da Educação a Distância. Como o próprio nome já diz Educação (processo de ensinar e aprender), Distância (medida de separação de dois pontos), logo, proposta de aprendizagem não importando a distância que estão um do outro. Além disso, o processo de ensino e aprendizagem não se dá somente no espaço formal (escolas), tão pouco somente entre pessoas ocupando o mesmo espaço. Já que estamos, quase todos, tão cibernéticos, não seria hora de mudarmos também nossa forma de encarar a proposta do processo ensino e aprendizagem e nos modernizarmos? Em toda parte vemos, ouvimos e até participamos de diversas pesquisas informatizadas, aprendemos tantas coisas por meio da internet. Obtemos tantas informações com o uso de redes de comunicação, interfaces, e-mails, e outros, por que não adquirirmos formação acadêmica pelos mesmos meios? Nossa realidade é esta, não tem mais volta, não adianta resistir, é preciso entender, compreender, se engajar e colabora para melhorar sempre. Antes de fazer críticas, comparações absurdas, que tal conhecer melhor...

Um estudante na modalidade EaD precisa se organizar, ser disciplinado, abrir mão de muitos prazeres (como na modalidade presencial), para poder dar conta de todas as atividades que precisará desenvolver para obter os conceitos obrigatórios para sua progressão nos períodos subsequentes do curso. São duas as situações que diferem este aluno daquele que freqüenta as aulas todos os dias. Uma é justamente a questão citada anteriormente, pois sem ela não conseguirá a formação desejada, por outro lado, sua formação não será baseada somente em notas de provas, mas na sua participação nas atividades que deverão ser desenvolvidas on line, como fórum, avaliações virtuais, web aulas, etc. Esta é uma maneira mais real de avaliar a participação dos alunos, sem contar que o professor ou o tutor, são colaboradores do aprendizado durante todo o processo, visto que as postagens do aluno dão ao professor a visão focada do que ele está absorvendo ou não, isto pode ser chamado, inclusive de autoavaliação docente. A segunda situação é o fato de o aluno não precisar ir até a Escola todos os dias, principalmente para aqueles que se beneficiam dos melhores cursos do país que oferecem esta modalidade e que, certamente, muitos destes alunos neles matriculados, não teriam acesso. Enfim, o que vem de longe pode e deve ser atingido por todos que almejam uma formação acadêmica. A Educação a Distancia fará do Brasil um país com mais pessoas graduadas e, bem graduadas e nos tirará das faixas mais baixas das pesquisas mundiais sobre educação.

Antes de ser contra, pesquise, experimente, participe!

13 de set de 2011

Visita técnica - Mercosul

Entre os dias 03 e 06 de setembro, os professores Marco Antôno Bottene,Valmir Vieira Barbosa e a articuladora pedagógica Patrícia Elaine Medeiros realizaram viagem técnica a Montevidéu. Os professores   participaram de uma paletra na Bolsa de Valores e outra na sede do Mercosul sobre o desenvolvimento dos mercados de ações de câmbio e de derivativos dos países emergentes do Mercosul e outros países.

8 de set de 2011

Aldeia Palco Giratório continua nesta quinta-feira com muitas atrações

ANotícia
08/09/2011


Diferentes formas de se contar uma história passam pela programação desta quinta-feira da Aldeia Palco Giratório, evento do Sesc em parceria com a Fundação Cultural de Joinville. O Cirquinho do Revirado, de Criciúma, dá a sua contribuição ao trazer para a praça Nereu Ramos, às 12h30, a peça “Julia”.

O trabalho mistura elementos cênicos para falar sobre uma mulher das ruas, interpretada por Yonara Marques, e seu fiel escudeiro, Palheta, vivido por Reveraldo Joaquim. Lançado em fevereiro, “Julia” traz na bagagem histórias do mundo e da vida, onde a mulher sem pernas circula entre a realidade e a ilusão. Depois do Cirquinho do Revirado, é a vez de outro grupo catarinense fazer a farra na programação.

A Cia. Carona de Teatro, de Blumenau, apresenta “Renato, o Menino que Era Rato”, às 16 horas, no Teatro do Sesc. O espetáculo feito especialmente para crianças maiores de oito anos fala sobre um menino que descobre que se tornou um rato. O menino não aceita a nova condição e tenta descobrir os motivos que o levaram a se transformar.

A Aldeia Palco Giratório também embarca no gênero conto, às 17 horas, no Shopping Mueller. Claudia Lizzardo é quem direciona a imaginação do público que vai conferir “Brotando Contos”, indicado para maiores de 12 anos. O período das 18 às 22 horas é dedicado a quem deseja se aprimorar na arte de entreter.

A oficina “O Clown”, com a Cia. Carona de Teatro, é aberta a jovens e adultos. Para participar é preciso fazer a inscrição antes, na Central do Sesc, e pagar uma taxa de R$ 10. A linguagem cênica é o foco da oficina, que abrange vários estilos clownescos, onde cada aluno terá que se permitir e nutrir a própria pesquisa, mediante a evolução dos exercícios e se deparando com os ritmos internos e externos de seu próprio corpo.

Confira a programação completa para esta quinta-feira:

Júlia – (Cirquinho do Revirado – Criciúma/SC)
Horário: 12h30
Local: Praça Nereu Ramos
Duração: 45min
Classificação Etária: Livre

Júlia, uma mulher das ruas, vem chegando. Palheta, seu fiel escudeiro, é quem a conduz. Na bagagem, coisas do mundo, coisas da vida, tantas coisas. Entre realidade e ilusão há uma linha muito tênue, onde uma mulher sem pernas seria capaz de rodopiar. Esta dupla errante gira o mundo ou é o mundo quem os gira? Excluídos pelos excluídos, dizendo-se donos dos restos de um circo incendiado, Júlia e Palheta “se viram”. Não é fácil ter pernas!



Renato, o menino que era Rato (Cia Carona de Teatro/Blumenau/SC)
Horário: 16h
Local: Teatro SESC Joinville
Duração: 45 min
Classificação Etária: Livre

Um menino descobre que se tornou Rato. Não aceitando sua nova condição tenta descobrir os motivos que os levaram a se transformar. Acompanhado por um monstro que será seu melhor amigo, trava contato com criaturas fantásticas que o auxiliaram na busca de voltar a ser quem ele é. Sem escapismos, porém em nenhum momento abdicando do bom humor e da comédia, o espetáculos trata de temas difíceis como a perda e preconceito apontando possibilidades de crescimento e liberdade.



Brotando Contos (Claudia Lizzardo/Joinville)
Horário: 17h
Local: Shopping Mueller

Espetáculo de contação de histórias que reúne narrativas da literatura oral de várias culturas. As histórias buscam compor um rico painel da tradição oral de várias culturas, como uma árvore multiétnica que ofere frutos-histórias de sabores peculiares e instigantes. Cantos e danças são apresentados juntamente com as histórias “O homem que calculava”, “A princesa e o Burro” e “O diabo e os Três fios de cabelo Dourados”.


Lançamento Documentário “88”
Horário: 20h
Local: Teatro SESC Joinville
Classificação Etária: 12 anos
Duração: 15 min
Produção: Bernardo Becker, Christian Targa, Cleiton Roweder, Erick Moro, Jean Carlos Knetschik, Juana Dobro, Juliano Nossol, Mario Mendes, Nielson Modro, Pedro Lacerda e Valmir Forteski.

Recentemente São Bento do Sul, no planalto norte de Santa Catarina e colonizada por alemães, teve fatos que chamaram a atenção da mídia e da polícia local. O grupo neonazista Mach Die Augen Auf (“abra os olhos”) publicou na internet acusações contra migrantes por “destruírem a tradicional cultura, trazer criminalidade e modismos infantis e acabarem com tudo o que os imigrantes europeus construíram.” completando que “Não queremos mais forasteiros! Diga não à migração”. O documentário busca descobrir se há fundamento nas lendas urbanas da cidade ou não passam de mera brincadeira de algum adolescente desocupado.

Fonte: http://palcogiratoriosc.com.br

ADG0096 -SOLENIDADE DE POSSE



Aconteceu no último dia 01 de setembro a cerimônia de posse do Conselho de Turma da turma de Administração Noturno – ADG0096.
O Conselho de turma foi criado pelo professor com o intuito de gerar nos alunos um espírito de responsabilidade, competitividade, altruísmo e dinamismo.

Para tanto os cargos do conselho são:

1) Líder de Classe: responsável em representar os interesses da turma frente à instituição de ensino e qualquer outra que queira se meter com ela…

2) Vice-Líder de Classe: assume a bronca quando o líder está indisponível.

3) Gerente de Promoções: planeja, promove e gerencia eventos de integração da ADG0096.

4) Gerente de Help-Class: gerencia o trabalho de suporte de materiais aos alunos da ADG0096 (xerox, pesquisas, etc). Auxilia o professor na obtenção de idéias e materiais para o Blog. Ajuda a gerenciar o Blog.

5) Comissão de Formatura: formada por 3 pessoas:

Coordenador Geral: coordena os trabalhos de formatura da ADG0096;
Promoter: planeja, agita e promove os eventos para arrecadação de fundos para a formatura;
Tesoureiro: administra os recursos para a formatura da ADG0096.

CANDIDATURA

Os alunos que tiveram interesse em ocupar qualquer um dos cargos dispostos no Blog da turma enviaram e-mail para o professor, onde o mesmo preparou, dentro de um prazo pré-estabelecido, uma listagem dos candidatos para a turma escolher. O processo de eleição se deu através de votação.

VOTAÇÕES

Dentro do blog foi disponibilizado uma ferramenta de registro de votos em tempo real. Os alunos votaram durante um prazo determinado de uma semana. Após o encerramento deste prazo as votações foram finalizadas e o resultado apurado eletronicamente. Os resultados foram divulgados em seguida, sendo os seguintes:

1) Líder de Classe:
Vencedora: Flávia Strapazzon
Resultado: 43% (20 votos)

2) Vice-Líder de Classe:
Vencedora: Sara Lemos dos Anjos
Resultado: 23% (11 votos)

3) Gerente de Promoções:
Vencedora: Kethlyn Karoline Rotava
Resultado: 59% (24 votos)

4) Gerente de Help-Class:
Vencedor: Alexandre Rosskamp
Resultado: unanimidade


.5) Coordenador da Comissão de Formatura:
Vencedor: Diogo Robson da Silva
Resultado: unanimidade

.6) Promoter da Comissão de Formatura:
Vencedora: Jeniffer Cristina Ferreira
Resultado: unanimidade


.7) Tesoureira da Comissão de Formatura:
Vencedora: Andresa Hess Morandim
Resultado: unanimidade


OPORTUNIDADE

Esta também é considerada uma atividade pedagógica, pois busca ensinar aos alunos que votaram sobre a importância de se escolher alguém para fazer a gestão de alguma coisa, ou o exercício da cidadania e democracia; e para os candidatos sobre a importância de se servir aos outros; a responsabilidade de se ocupar um cargo visando o bem comum e não o seu próprio; uma oportunidade de se aplicar princípios aprendidos em sala de aula sobre liderança, gestão, projetos, etc.

A cerimônia em si também teve um propósito especial: ensinar a importância de se “Comemorar” as conquistas, para que haja motivação e reconhecimento de cada etapa alcançada, não importa quando nem onde.


TRABALHO

Com o Conselho formado, foi gratificante ver os “responsáveis” se mexendo para cumprirem suas propostas. Eles foram lembrados de que não fora o professor que os havia estabelecido ali, mas sim seus colegas. Todos os empossados, sem exceção, pararam para pensar alguns segundos sobre a “responsa” que acabara de pairar sobre suas cabeças...

6 de set de 2011

Aldeia Palco Giratório apresenta peças teatrais nesta quarta (7/9)

Durante o feriado desta quarta-feira, 7/9, prosseguem os espetáculos da "Aldeia Palco Giratório Sesc" em Joinville. O evento ocorre até o dia 17 de setembro em diversos espaços da cidade. A programação é voltada para toda as idades com apresentações de teatro e dança, além das oficinas técnicas.

Data: 07/09 - 16h
Onde: Teatro Juarez Machado
João e o Pé de Feijão
Turma do Papum - Florianópolis (SC)
Classificação etária: 2 anos
Entrada Franca (distribuição de ingressos 1 hora antes no local)

É a história do menino que troca sua vaquinha por 3 feijões mágicos, resgatando valores de dignidade e coragem. O pé de feijão cresce e o menino sobe por ele. Lá encontra um castelo com gigante que mantém presas a harpa da alegria e a galinha dos ovos de ouro. Joãozinho consegue fugir do gigante e sua cidadezinha volta ao normal.

http://www.sortimentos.net

Data: 07/09 - 17h
O sonho de Natanael
Cirquinho do Revirado - Criciúma (SC)
Onde: Shopping Mueller
Classificação: Livre
Entrada Franca

O sonho de Natanael é um espetáculo intimista, poético. Conta a história de um menino pobre engraxate, que sonha em frequentar uma escola. Todos esses sonhos saem de dentro de um Baú. O espetáculo é conduzido por dois contadores, que usam objetos para ilustrar a história. A sonoplastia e as músicas são feitas ao vivo, trazendo cantigas de roda, cirandas, toadas e muitas brincadeiras.

http://www.atribunanet.com

Data: 07/09 - 20h
Concerto Ipinhio e Fulô
Cia do Tijolo - São Paulo (SP)
Onde: Teatro SESC Joinville
Classificação etária: 12 anos
Entrada Franca (distribuição de ingressos 1 hora antes no local)

Uma Rádio Conexão SP/Assaré anuncia que uma Cia de Teatro de São Paulo chega para entrevistar o Poeta Patativa. O que seria uma entrevista costumeira se transforma num diálogo entre o popular e o erudito, o urbano e rural e culmina com a denúncia do 1° ataque aéreo contra civis que não está nos livros de história.

http://farm6.static.flickr.com


Serviço:

* O quê: Aldeia Palco Giratório SESC em Joinville
* Quando: até 17 de setembro
Programação: palcogiratoriosc.com.br
Informações: (47) 3441.3300 no SESC

Fundação Cultural de Joinville (FCJ)
Jenifer Leu - Jornalista
imprensa@joinvillecultural.sc.gov.br | (47) 3433.2190 | (47) 8413.9262

www.joinvillecultural.sc.gov.br | @JoinCultural

Joinville é tudo isso e muito mais


No alto da serra, quase nas nuvens e com um friozinho aconchegante, a visão de Joinville é um grande tapete com várias nuances de verde da mata atlântica. Uma exuberante formação de montanhas que guarda a cidade e mostra muito da sua diversidade. Ver o azul do céu quase encostar ao longe com o mar, extrai o sentimento do corpo e leva o turista à leveza da paz que deseja mergulhar naquela imensidão.

Descemos a Serra Dona Francisca pela estrada onde passaram alguns pioneiros e que serpenteia toda imensidão da mata, paramos em mirantes e bicas naturais de águas cristalinas que refrescam a viagem e a garganta em um exemplo dos pequenos e inesquecíveis prazeres da vida.

Já no pé da serra, mas ainda cercado por verde, a comunidade Dona Francisca, muito acolhedora, guarda as tradições da imigração alemã e o jeito cuidadoso de olhar para a terra. Várias casarões e construções com técnica enxaimel levam o turista a uma viagem no tempo. Pequenas propriedades rurais, com seu povo de traços europeus, demonstram a pluralidade do Brasil.

Neste trajeto da viagem, a câmera fotográfica registra, além da escolta da serra crescendo no horizonte, algumas Sociedades Culturais e suas festas típicas, rios que quebram o silêncio com a água encontrando as pedras, pontes cobertas feitas de madeira e muitas flores na orla das casas.

Para uma pausa no passeio, encontramos na região algumas opções de gastronomia típica. Desde a mesa farta, com toalha xadrez, para várias horas apreciando o paladar com marreco assado, repolho roxo, eisbein ou schwarzsauer (não se assuste com os nomes, os sabores e a barriga cheia recompensam), até opções de petiscos como pastéis de incontáveis recheios até holmopes, outra iguaria típica da cidade.

Um pouco mais a frente, com o cheirinho de pão saído do forno, a Estrada Bonita, que faz jus ao seu nome, reúne pequenas propriedades para se comprar geléias de todas as cores, mas sempre em potes com tampa xadrez, biscoitos, broas e inúmeros outros quitutes. Para viver ainda mais a região, o passeio ao acervo rural aflora a imaginação e o sorriso dos visitantes. Um passeio de trator completa a viagem pelo meio da área rural.

A área rural de Joinville não é só um refúgio da rotina incansável da cidade, mas uma forma de experimentar hábitos, costumes e tradições. É diversa, com muito verde, flores e rios, tem inúmeros cenários bucólicos que ficam na memória.

Contudo, poucos minutos adiante, Joinville mostra porque é a maior cidade de Santa Catarina e importante pólo industrial do Brasil. Seu centro urbano, em que a arquitetura contemporânea vive em harmonia com as belas e grandiosas construções históricas, é cenário de um povo gentil e hospitaleiro. Uma cidade cosmopolita com jeito de interior, visível em suas praças e jardins floridos. Horizontal, seus prédios não tampam os raios do sol e deixam o azul do céu tocar no verde de suas árvores.

Uma cidade ativa, que sedia o maior Festival de Dança do mundo e a mais antiga exposição de flores do sul do Brasil, traduz as cores e o movimento de sua cultura. Por suas ruas, os prédios com arquitetura germânica, norueguesa, imperial ou art déco lembram a glória dos seus fundadores e o respeito pela história. Opções de teatro, de dança e de exposições mostram porque a cidade é um grande pólo cultural.

Após um dia de contemplação da natureza e vivência da cultura, opções de lazer noturno e gastronômico movimentam Joinville. Bares e restaurante dos mais variados temas, recebem o turista que quer se divertir e conhecer outras pessoas.

Cercada pelo verde imperial da serra, pelo colorido das flores da área rural, pelo iluminar etéreo do centro urbano, Joinville ainda é abraçada pelo azul do mar com a Baía da Babitonga. Imenso lençol anil que cobre o leste da cidade e abre opções para passeios de barco, tendo ilhas como paisagem e uma brisa fresca acariciando o rosto. Aqui o paladar ganha sabores litorâneos com vários cardápios de peixes e petiscos do mar. As pessoas ganham outras vestimentas e sotaques. A arquitetura, mais simples, serve como morada a outros costumes, também muito acolhedores. As comunidades pesqueiras nos convidam a longas conversas tendo o céu refletido na baía com centenas de embarcações coloridas correndo sobre a água. Entre o azul do mar e o verde da terra, uma faixa marrom de manguezal mostra que a diversidade não é só cultural, mas ambiental.

Enfim, viver vários mundos, desde o frio da serra até a brisa do mar, passar por diferentes experiências e sensações é uma possibilidade quase única e possível aqui, pois Joinville é tudo isso e muito mais.

Texto: http://turjoinville.com.br

'Educador não é mais um detentor e sim condutor'

http://www.tvcanal13.com

O Estado de São Paulo, 04/09/2011 - São Paulo SP

ENTREVISTA
Rosa Maria Farah, psicóloga


Assim como a calculadora sofreu resistência até ser admitida pelos professores de matemática, é compreensível que o tablet também conquiste seu espaço com o tempo, afirma Rosa Maria Farah. Para a psicóloga, no entanto, o uso da ferramenta só será eficaz se houver uma aplicação pedagógica bem estruturada, com a participação ativa dos alunos - uma realidade ainda distante da maior parte das escolas brasileiras. "Acredito que, na grande maioria dos casos, ainda vai ser na base do ensaio e erro", diz ela nesta entrevista ao Estado.

O uso da tecnologia na escola é um caminho sem volta?
A tecnologia é o canal do presente, já é uma forma de contato e de acesso mais atrativa que qualquer outra. Por isso, nem que seja pela simples seleção natural, isso vai acabar acontecendo.

E como a senhora avalia as experiências?
Existe uma certa desorientação das escolas. Os educadores se dão conta de que o alunado tem essa preferência, mas falta uma direção mais clara. Porque, quando se fala em educação a distância, o uso da tecnologia já está resolvido. O desafio é o uso dentro da própria escola, em aulas presenciais.

Já existe um modelo a ser seguido?
Ainda não existe um corpo conceitual adequado e consistente que ensine os educadores a usar o tablet, isso em termos de teorias pedagógicas e de ensino. Há alguns grupos empenhados de forma mais acadêmica, mas ainda é insuficiente para atender o grande número de escolas. Acredito que, na grande maioria dos casos, ainda vai ser na base do ensaio e erro. E a escola vai precisar contar com a ajuda dos próprios estudantes. Vai ter de entender o que ele tem a dizer sobre seu próprio aprendizado. O educador não é mais um detentor, é um condutor.

A tendência é que se troque o livro pelo tablet?
Nesse aspecto, só muda o suporte. Eu percebo esse temor da troca como se as pessoas fossem deixar de ler. Acontece o inverso. Sempre se questionou o custo do livro. Então, esse canal favorece o acesso e, acredito eu, o livro vai continuar existindo como um objeto quase que de luxo e esse temor vai se dissipar.

E a questão da dispersão? O aluno vai se distrair mais?
Só se a aula estiver muito chata. E isso já é um desafio do professor. Quem garante que, mesmo sem o tablet, o aluno não esteja devaneando enquanto o professor fala?

Para o professor, não resta outra saída que não se adaptar?
O professor precisa mudar algumas de suas concepções. Não dá mais, por exemplo, para avaliar a repetição de um conteúdo porque o aluno tem isso fácil, no bolso. Isso é impactante porque, pelo menos desde a Grécia Antiga, eram os mestres transmitindo o conhecimento. A mudança de séculos acontece agora. Era um mundo congelado.

No que vai melhorar?
Antes, tínhamos uma troca vertical, hoje aumenta a horizontalidade, até entre os próprios alunos. Se bem utilizado, o equipamento não substitui o afeto. Ao contrário, vai liberar mais tempo para essa troca.

Há escolas que dizem que vão resistir...
Toda evolução acontece de forma semelhante. Sempre existem os que se lançam e os movimentos de resistência. A transformação não é global e não é ruim que aconteça dessa forma. Isso exige que quem está avançando pense melhor em seus argumentos, seja menos afoito. Quando eu estudava, surgiram as calculadoras e proibiram o uso porque achavam que a gente não ia aprender matemática. É uma questão de transição. O tablet não é uma calculadora inocente, mas o processo psíquico é o mesmo.  

1 de set de 2011

Feliz aniversário, professor Valmir Barbosa



FAZER ANIVERSÁRIO

Fazer aniversário é ter a certeza de que ao menos uma vez ao ano a vida será vista de uma maneira diferente.
Fazer aniversário é brincar de crescer e quem sabe mais tarde virar "gente".
É sorrir sem ter motivo ou chorar pela mesma coisa.
É ter de novo a certeza de que os sonhos ainda poderão se realizar.
É reconhecer que amigos se importam com a sua importância.
É contar o tempo que se viveu e o que se deixou de viver.
É luz na escuridão.
É lembrar da vitória de um dia ter sido embrião.
É aprender a valorizar o tempo.
É contar com a presença dos ausentes.
É tornar novo o que se fez velho.
É fazer do novo o sempre.
Enfim,fazer aniversário é contar, os minutos, as horas os dias meses e anos,e muito mais que tudo isso,
Fazer aniversário é saber que só se nasce uma vez e que por isso a oportunidade de viver é única e isso torna o valor da vida sem valor, porque Fazer aniversário é viver sem preço, mas viver feliz.

Lyndcey Lee

Orientação profissional e ocupacional

http://blog.almanaquesaude.com.br


Roberto Macedo

Metade dos alunos do 3.º ano não sabe qual carreira seguir foi o título de matéria neste jornal no dia 22 do mês passado, baseada numa pesquisa com alunos desse ano do ensino médio. Ela de novo revelou a enorme carência de orientação profissional no Brasil. Sei que algumas escolas privadas de ensino médio oferecem essa orientação, às vezes sob a forma simplista de uma "semana das profissões", na qual especialistas de várias áreas falam de suas experiências. Uma das dificuldades dessa programação é que os palestrantes são usualmente profissionais de sucesso e, entre outros aspectos, também seria importante discutir experiências dos que não se saíram bem, até mudando de profissão. 

Nas escolas públicas, nem mesmo ciclos desse tipo são comuns e, em geral, os estudantes não têm recursos para buscar orientação individual e especializada, a qual, aliás, não é comumente buscada nem mesmo pelas famílias de maior renda. Usualmente, o jovem procura informações por si mesmo, as famílias costumam influir na escolha, mas a dúvida é comum, e é um dos ingredientes da alta taxa de evasão de cursos, que a reportagem também menciona. A orientação profissional ou vocacional fornece informações sobre as várias profissões e no orientando identifica suas aptidões e seus interesses específicos. Por exemplo, como se sentiria como um médico, um engenheiro ou um economista. Finalmente, depois de muita conversa eventualmente apoiada por testes, identifica-se a vocação profissional, num exercício que muitas vezes não converge para uma única opção. À dificuldade de escolher sobrepõe-se a natureza do ensino superior adotado no Brasil, de profissionalização precoce, levando o jovem a passar por esse suplício da escolha numa idade em que não está preparado para isso, tanto por escassez de informações como pela imaturidade típica da idade.Tal escolha poderia ser adiada por dois anos de um ciclo básico no ensino superior, de natureza interdisciplinar, e a opção por uma especialização só ocorreria ao final dele. Mesmo então, contudo, ainda não deveria ser de grande profundidade, a qual ficaria para a fase de pós-graduação. Esse é um sistema que foi inicialmente adotado por importantes instituições de ensino superior nos EUA e, por seu sucesso, se tem disseminado por outros países. Também não há no Brasil, de modo geral, a possibilidade de mudança de curso sem novo exame vestibular. Não sem razão, são comuns as já citadas desistências de curso, e há a insatisfação que marca aqueles que carregam a dúvida por toda a vida. Como se isso não bastasse, falta também orientação ocupacional, com a profissional pressupondo que a pessoa encontrará uma ocupação típica da profissão a que chegou. Ocupação, cargo ou função é atividade que a pessoa de fato exerce ou nela trabalha. Por exemplo, economista, torneiro mecânico e advogado são profissões; gerente de banco, presidente da República e embaixador são ocupações. 


Como seria a orientação ocupacional? Deveria ter como base um amplo levantamento das várias ocupações, seus requisitos educacionais (a exigência de curso superior não significa que o diploma seja de profissão específica à ocupação), forma de acesso, remuneração, estimativas do número de ocupantes, perspectivas de vagas e outras informações. Entre elas, a de como ajustar um desses diplomas a uma lista maior de ocupações. Por exemplo, um curso de pós-graduação em administração, mesmo de curta duração, facilitaria a transição de um químico para ocupações administrativas. Esse levantamento bem abrangente deveria ser uma iniciativa governamental. Teria como objetivo dar uma boa visão de como funciona o mercado de trabalho, e facilitaria a busca de oportunidades nesse mercado. Para o conjunto de formandos é impossível haver um perfeito e generalizado acoplamento entre profissão e a ocupação encontrada, como se aquela fosse uma chave adequada a uma fechadura específica. O resultado é que muitos profissionais trabalham em ocupações "atípicas" de suas profissões. Coloquei aspas porque isso não deve ser visto como uma anormalidade e muito menos como um problema. Um caso comum é o dos muitos engenheiros que se tornaram fiscais de tributos ou atuam no setor administrativo de empresas ou em ocupações do setor financeiro. A propósito, dados dos censos de 1980, 1991 e 2000 evidenciaram um crescente descasamento entre as profissões e suas ocupações típicas. Juntamente com outros interessados, aguardo a divulgação dos dados detalhados do censo de 2010 para uma nova avaliação. A mesma reportagem trata de caso em que a falta de orientação ocupacional pode levar a decisões arriscadas. É o de um estudante que deixou um curso de engenharia de produção pelo de mecatrônica, também abandonado ao saber que "o campo de atuação seria a indústria". Acabou optando por medicina veterinária, afirmando gostar de bichos, e sonhando em trabalhar com "melhoramento genético de animais de grande porte". Ora, sei que ocupacionalmente os dois primeiros cursos - em particular o de engenharia - oferecem um leque maior de opções ocupacionais do que o finalmente escolhido, muitas delas em áreas administrativas das indústrias, ou mesmo fora delas. Ademais, mesmo um veterinário poderá ter a indústria como seu empregador, numa ocupação ligada à sua especialidade ou não, como a de vendedor de produtos farmacêuticos. Creio que a orientação também ocupacional aliviaria uma boa parte das incertezas e das tensões da autoritária e limitada forma de escolha a que hoje os jovens são submetidos no Brasil. Mostraria que o mercado é muito mais flexível ao acolher trabalhadores do que o sistema de ensino superior ao receber os seus estudantes.


O Estado de São Paulo, 01/09/2011 - São Paulo SP

Homenagem ao Professor Marcos Neotti


Comunicamos com pesar o falecimento de nosso ex-colega de trabalho Professor Marcos Neotti, professor do curso de história. Ele foi nosso professor de 2008 a 2010. 
O corpo será velado hoje, dia 01/09/2011, Funerária São Jorge, Rua Porto União 1106. Bairro Anita Garibaldi.  Amanhã, às 9h, o corpo seguirá para o crematório de Itajaí.








 Ao professor Marcos, nossa saudade e nossa homenagem!


Novos Rumos

Paulinho da Viola

Vou imprimir novos rumos
Ao barco agitado que foi minha vida
Fiz minhas velas ao mar
Disse adeus sem chorar
E estou de partida
Todos os anos vividos
São portos perdidos que eu deixo pra trás
Quero viver diferente
Que a sorte da gente
É a gente que faz

Quando a vida nos cansa
E se perde a esperança
O melhor é partir
Ir procurar outros mares
Onde outros olhares nos façam sorrir
Levo no meu coração
Esta triste lição que contigo aprendi
Tu me ensinaste em verdade
Que a felicidade está longe de ti