28 de fev de 2012

Tecnologia democrática

Fonte: http://cdn.mundodastribos.com


Primeiro dia de aula. Lugar? A sala de um hotel no centro de São Paulo. Oito horas de sábado, 11 de fevereiro. Os 31 calouros do curso a distância de Administração da Faculdade Aiec foram conhecer a estrutura da graduação e o ambiente online onde vão estudar pelos próximos quatro anos. Em comum, têm o discurso de que, sem precisar ir à faculdade todo dia, finalmente conseguirão o diploma. São 21 mulheres. Ana Paula Freitas, de 37 anos, começou a trabalhar aos 17, teve o primeiro filho aos 19. Disse que nunca pôde pagar uma faculdade. Funcionária do call center da TIM, aproveita o que chama “oportunidade única”: a empresa vai bancar 80% da graduação. Dez dias após o início das aulas, Ana Paula disse que a vida de caloura não estava fácil. “Coloco a criançada (ela tem outros dois filhos, de 2 e de 7 anos) para dormir às 9 e meia, ligo o computador e estudo até meia-noite.”

Ana Paula resume o perfil dos alunos de graduação a distância no País: são mais velhos, mais pobres e precisam ajudar no sustento da casa. Legítimos representantes da classe C, apostam na educação para melhorar de vida. E recorrem à EaD porque conseguem estudar nos horários mais oportunos, sem abrir mão do emprego ou do convívio com a família. A contrapartida: ser organizados e autônomos, já que dependem mais de si mesmos que dos professores para aprender. O ensino a distância não é novidade no País. Já na década de 1930 eram oferecidos cursos profissionalizantes por rádio e correspondência. O Instituto Universal Brasileiro, criado em 1941, está no imaginário de gerações. Capacitou milhares de brasileiros em corte e costura e em eletrônica.

Enquanto em países como Inglaterra e Espanha, universidades de EaD nasceram já nos anos 1970, o ensino superior a distância ainda é adolescente no Brasil: seus fundamentos só surgiram em 1996, na Lei de Diretrizes e Bases. Mas o adolescente cresce rápido. O número de cursos de graduação saltou de 10, em 2000, para 930 em 2010, segundo o Ministério da Educação. A quantidade de alunos disparou, de 1,6 mil para 930 mil. Resultado: hoje 15% dos universitários estudam a distância. Esse bolo vai continuar crescendo, segundo especialistas, porque somos um país continental onde a oferta de cursos está concentrada em grandes centros. Além disso, chegar à faculdade ainda é privilégio de uma minoria. “Jovens de centenas de municípios onde não há faculdades poderiam ser atendidos por polos de EaD”, diz o consultor João Vianney, que criou e coordenou o laboratório de ensino a distância da Federal de Santa Catarina.

Não há modelo único para a EaD no ensino superior no País, mas entre as regras que precisam ser respeitadas por todas as escolas está a obrigatoriedade de realizar, presencialmente, avaliação, estágios, defesas de trabalhos ou práticas em laboratório. (...) O técnico em contabilidade Sérgio Bernardo Moraes Júnior, de 52, é um dos mais velhos do grupo de novos alunos da Aiec em São Paulo. Ele veio transferido da Upis, faculdade particular mantida pelos mesmos gestores da Aiec em Brasília. Está pegando matérias de três períodos diferentes - e espera que desta vez consiga pegar o diploma. Assim que terminou o então ensino médio, Sérgio ingressou em Engenharia Civil na Unicamp. Após dois anos de curso, seu pai sofreu um acidente. Sérgio voltou a capital para cuidar do pai e assumir o escritório de contabilidade da família. Não conseguiu retornar para a Unicamp e só por volta de 2004 decidiu começar a estudar Administração, no Mackenzie, à noite. "Mas não seguia o horário pleno porque não conseguia chegar para a primeira aula", explica.

Três anos e meio depois, recebeu uma proposta de emprego e mudou-se para Brasília. Após adaptar-se à nova cidade, matriculou-se na Upis. Fez três períodos, dos quais apenas um completo. Trancou o curso. Ficou desempregado, reabriu a matrícula. Estudou mais dois meses e chegou um convite para voltar a São Paulo, em meados de setembro do ano passado. "Eu tinha me saído muito bem na primeira avaliação e não queria jogar a nota fora. Tentei negociar com a coordenação para eu só fazer as provas do segundo bimestre, mas não deixaram, claro. Aí me sugeriram estudar a distância." Finalmente na Aiec, Sérgio vê nos colegas um problema parecido com o dele: a falta de horários para frequentar uma universidade. "Uma coisa é você fazer faculdade aos 18, 19 anos, quando não tem tanto compromisso", lembra. "O que leva as pessoas à EaD é o tipo de vida que elas levam. Não acredito que seja a primeira opção de cara."

Restrições - O MEC financia universidades públicas que já ofereciam graduações a distância por meio do programa Universidade Aberta do Brasil, hoje com 131 mil alunos. Mas impõe restrições à expansão da EaD. Exige, por exemplo, que os cursos tenham polos presenciais. Desde 2007, controla com mais rigor a abertura de cursos e é mais exigente em relação a infraestrutura e material didático. “A oferta de um curso a distância não ocorre pela mera transposição de um projeto de curso concebido para ser ofertado presencialmente”, afirmou o MEC, em nota. O sergipano Márcio Smith, de 22, admite que buscou a EaD achando que seria mais fácil. “Entramos eu e mais dois amigos. Eles desistiram no primeiro semestre, eu passei com dificuldade. Percebi que precisava encarar a faculdade de outra maneira.” Ele faz a graduação tecnológica em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da Estácio. Começou no polo de Aracaju, mas recebeu proposta de emprego e mudou-se para Lajeado (RS). Desde o ano passado vive em São Paulo e, mesmo sem diploma, já assumiu a gerência de TI da academia Companhia Athletica no Morumbi, zona sul. “Ganho o triplo do meu salário de Aracaju e trabalho menos. E ainda estudo na hora em que eu quiser.” Ele cola grau no fim deste ano. Preconceito - A percepção de que a EaD é uma opção de segunda linha se choca com dados do Enade, prova que mede o rendimento dos estudantes da graduação. Em 2009, o MEC divulgou pela primeira vez uma pesquisa que comparava o desempenho de universitários nas modalidades presencial e a distância. Os formandos em EaD tiveram, em geral, 6,7 pontos a mais no exame que seus colegas de cursos presenciais em Administração, Matemática, Pedagogia e Serviço Social.(...)

As empresas apostam na EaD em suas universidades corporativas para treinar funcionários espalhados pelo País. O engenheiro paulista Cícero de Almeida Falcão, de 54, concluiu no fim do ano passado o MBA em Gestão Internacional de Projetos da FGV Online, parcialmente financiado pela Odebrecht. De Ipojuca (PE), ele participava de atividades online com colegas que trabalham em Angola e nos Estados Unidos. “A Odebrecht tem a cultura de espalhar seus funcionários pelo mundo. Quis aumentar minha empregabilidade na própria companhia.”

Ivo Dino Martins, de 46, diz que não conseguiria se formar tecnólogo em Gestão Financeira caso não recorresse à EaD. Piloto particular de um banqueiro, fez atividades do curso da Anhembi Morumbi em hotéis de todos os continentes. “Percebi que tinha tempo, entre uma viagem e outra, para me dedicar a uma faculdade”, diz. “Se a pessoa tiver dedicação, vontade e organização, ela será bem-sucedida num curso presencial ou a distância.”(...)

O Estado de São Paulo, 27/02/2012 - São Paulo SP 

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23 de fev de 2012

ProUni abre inscrições para vagas remanescentes

 fonte:http://www.prouni2012.org

Candidato precisa informar CPF, número de inscrição e senha do Enem 2011; prazo vai até sexta-feira


Estão abertas a partir desta quarta-feira, 22, e até sexta-feira, 24, as inscrições para os interessados nas vagas remanescentes do ProUni. Elas podem ser feitas no site http://prounialuno.mec.gov.br/. O candidato precisa ter em mãos seu número de CPF e o número de inscrição e senha do Enem 2011. Ao fim deste prazo, serão feitas duas convocações. A primeira, a partir de 27 de fevereiro, com prazo para comprovação de documentos e matrícula dos dias 28 a 2 de março. A segunda, em 9 de março, com prazo de 12 a 15 de março. Neste processo seletivo foram oferecidass 195.030 bolsas – 98.728 integrais e 96.302 parciais, de 50% da mensalidade – em 1.321 instituições de ensino superior particulares, entre universidades, centros universitários e faculdades. Ao final de seis dias de inscrições, o programa registrou 1.208.398 candidatos. O número superou o de inscritos em 2011 - 1.048.631, até então a maior marca. Cada estudante teve o direito de fazer duas opções de cursos. Dessa forma, o número de inscrições chegou a 2.323.546. Criado em 2005, o ProUni já concedeu 919 mil bolsas de estudos em cursos de graduação e sequenciais de formação específica.

Fonte: Estadão.edu

2012 é último ano de adaptação ao Acordo Ortográfico no Brasil

 fonte:http://4.bp.blogspot.com


Professores afirmam que vão cobrar mais dos alunos o uso das regras
Marcelle Ribeiro

No último ano de adaptação ao Acordo Ortográfico no Brasil, professores afirmam que neste ano letivo vão cobrar mais o uso das novas normas pelos alunos. Muitos professores reclamam que não receberam treinamento ou orientações das secretarias de Educação sobre a nova ortografia, que ainda provoca muitas dúvidas nas salas de aula. E ainda há algumas escolas usando livros não adaptados às novas regras, em casos considerados excepcionais. Em 1990, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe assinaram o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, mas ele só passou a valer no Brasil depois que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva o promulgou, em setembro de 2008. Ficou estabelecido um período de transição de 1 de janeiro de 2009 a 31 de dezembro de 2012, com o convívio das duas normas no país. A partir de 1º de janeiro de 2013, as novas regras passam a ser obrigatórias.

O acordo alterou 0,5% das palavras do vocabulário comum do brasileiro, menos que em Portugal, que teve 1,6% das palavras atingidas. Professores de várias regiões do país afirmam que, desde que o acordo passou a vigorar, eles passaram a ensinar nas salas de aula a nova ortografia e que as mudanças têm sido absorvidas de maneira gradual. - Como este vai ser o último ano de transição, a matéria vai ser mais cobrada dos alunos. Até agora eu fiz uma cobrança muito light, não descontava pontos nas provas de quem não usasse as regras novas - afirma a professora Maria Sufaneide, que dá aulas numa escola estadual da capital paulista. Segundo o professor de Português Marcos Fábio, que dá aula no Ceará, educadores e alunos ainda têm muitas dúvidas: - Todos nós temos que recorrer ao dicionário, sempre surgem dúvidas, principalmente sobre o hífen. Para alguns, a mudança não foi tão ruim. Aluno do 1º ano do Ensino Médio do colégio particular Visconde de Porto Seguro, em São Paulo, Gabriel Luna, de 14 anos, diz que as novas regras são mais fáceis. - Eu achava mais difícil, por causa dos acentos. Logo que saiu o acordo, já comecei a escrever usando as regras novas, para me adaptar mais rápido. Rio promove treinamento - Para alguns professores, o governo deveria fornecer treinamento específico para os educadores sobre o novo acordo. - Muitos colegas que dão aulas de Português têm dúvidas, que dirá os de outras disciplinas. Seria interessante um curso de formação. E não adianta dizer que vai ter curso online. Se o acordo ortográfico era tão importante, deveria haver uma forte preocupação com a formação de quem vai transmiti-lo - diz Alayr Pessoa Filha, professora de Língua Portuguesa do Liceu Estadual Nilo Peçanha, em Niterói. No Rio, o governo do estado afirma que parte dos professores já recebeu treinamento sobre o novo acordo, e outra parcela receberá neste ano. Em São Paulo, a prefeitura e o governo do estado afirmaram que treinarão professores em 2012. E o governo do estado diz que já fez várias ações de divulgação sobre o novo acordo para os professores, além de ter disponibilizado material sobre o assunto. O GLOBO ouviu professores e secretarias de Educação de vários estados e a maioria afirma que todos os alunos da rede pública já está usando livros didáticos adaptados ao acordo ortográfico. No Mato Grosso, porém, a secretaria estadual de Educação informa que uma pequena quantidade de livros não adaptados continua sendo usada em algumas salas de aula de forma complementar. Isso acontece quando o total do material didático com as novas regras não é suficiente para o número de alunos, devido ao aumento de estudantes de uma turma após o recebimento das publicações, ou para substituir livros danificados.

- A direção da escola fala para trabalhar o acordo ortográfico no quadro-negro ou com material fotocopiado. Isso confunde o aluno. Mas a gente frisa toda aula as novas normas - afirma a professora Anny Weicler, que ensina Língua Portuguesa em uma escola estadual de Cuiabá. O Ministério da Educação (MEC), que encaminha livros didáticos para 99% das escolas públicas de todo país, afirma que todo material que enviou para uso a partir de 2010 para alunos de 1 ao 5 ano do ensino fundamental já estava de acordo com as novas regras. Segundo o MEC, livros com a nova ortografia começaram a ser usados por estudantes do 6 ao 9 ano do ensino fundamental em 2011. O ministério diz que distribuiu publicações adaptadas para o ensino médio em 2012. A compra dos livros é feita a cada três anos e são usados por igual período. No entanto, a distribuição de dicionários escritos com a nova ortografia será feita pelo MEC apenas entre junho e setembro deste ano, para 1 milhão de salas de aula. Mas alguns estados não esperaram o MEC e já compraram seus próprios dicionários.

Além de livros e dicionários, o MEC investiu na compra de 204 mil exemplares do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (conhecido pela sigla Volp), editado pela Academia Brasileira de Letras para esclarecer dúvidas sobre a grafia das palavras. Todos os exemplares, segundo o ministério, já foram distribuídos. Mas isso não quer dizer que eles estejam sendo usados: há professores de Língua Portuguesa que garantem que nunca viram o Volp nas suas escolas. Em São Paulo, alunos afirmam que materiais didáticos que supostamente estão de acordo com as novas regras ainda apresentam palavras na grafia antiga. - Os livros estão adaptados, mas nas apostilas ainda há “erros” ortográficos, apesar de elas terem um carimbo dizendo que o material passou por revisão para se adequar ao acordo. Já vi a palavra ideia acentuada, por exemplo - afirma Rafael Blessa, aluno do 3º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Buenos Aires, na capital paulista. O governo de São Paulo informa que todo material distribuído, no entanto, está de acordo com a nova ortografia.

As regras ortográficas não são objeto de preocupação só de estudantes do ensino regular. Muitas empresas têm disponibilizado para os funcionários cursos para que passem a escrever de acordo com as novas regras. - De todas as empresas que nos contrataram para prestar treinamento de Língua Portuguesa para funcionários, 80% solicitaram que incluíssemos um módulo sobre a nova ortografia. As empresas estão preocupadas, principalmente as que têm funcionários que lidam com o público - afirma Ana Catarina Kretly, gerente de Marketing da Scritta, empresa que presta consultoria de comunicação a companhias. Apesar de o decreto prever a obrigatoriedade do uso da nova ortografia a partir de 1 de janeiro de 2013, ação popular que tramita na Justiça Federal pede que o prazo seja adiado. Impetrada pelo movimento Acordar Melhor, a ação afirma que a Academia Brasileira de Letras (ABL) desrespeitou o acordo assinado entre os países de língua portuguesa ao fazer alterações em palavras publicadas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp). - O Congresso Nacional teria que aprovar as alterações que o Volp apresentou ao acordo - disse o professor Ernani Pimentel, líder do Acordar Melhor. O acadêmico Evanildo Bechara nega que a ABL tenha desrespeitado o acordo: - Se for escrito num sistema ortográfico uniforme, um livro escrito em português na Europa, no Brasil, ou na África não precisa ser atualizado para ser publicado em outro país - afirma.


Fonte: O Globo, 21/02/2012 - Rio de Janeiro RJ

16 de fev de 2012

Teatro SESC - " O princípio do espanto"

fonte:http://www.morpheusteatro.com.br


O Grupo Mopheus Teatro de São Paulo, apresenta o espetáculo de Artes Cênicas, no Teatro do SESC , nesta sexta-feira.

Um homem procurando nas páginas de um livro, o que as palavras não dizem. Um boneco entra em cena, encantado pelo que vê, pelos objetos que encontra, enchendo-se de desejos, apaixonando-se, celebrando, perdendo o controle, fracassando. O boneco pensa conduzir os objetos e a vida à sua frente, mas nada sabe sobre o que está por detrás de si, nada sabe sobre o homem que é responsável por seu mais simples movimento. O homem crê controlar o boneco que construiu, mas compartilha com este da ignorância do que está por detrás de si próprio. Criador e criatura, em uma relação sem palavras. Ambos procurando... O que as palavras não dizem.

Recomendado para maiores de 16 anos Recomendado para maiores de 16 anos.

Público: Livre.

Acontece: 17/02/2012 - sexta-feira
das 20:00h às 21:00h

Funcionamento dos serviços municipais no feriado de Carnaval

Fonte:http://hoteis-e-pousadas.hagah.com.br/rbs/image/13000170.jpg

 
Por conta do feriado de Carnaval, será ponto facultativo nas repartições públicas municipais nos dias 20, 21 e até 14h do dia 22 de fevereiro. Confira o funcionamento dos seguintes serviços municipais.

ESCOLAS MUNICIPAIS
O atendimento será até sexta-feira, dia 17/2, e depois retomado dia 23, quinta-feira, normalmente.

CENTROS DE EDUCAÇÃO INFANTIL – CEIS
O atendimento será até sexta-feira, dia 17/2, e depois retorna dia 22, quarta-feira, normalmente.

SEDE DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO
O atendimento será até sexta-feira, dia 17/2, e depois retorna dia 23, quinta-feira, normalmente.

BIBLIOTECAS PÚBLICAS
O atendimento será até sexta-feira, dia 17/2, e depois retomado dia 23, quinta-feira, normalmente: 7h15 às 18h45min.

COLETA SELETIVA
O serviço será realizado normalmente, dentro dos horários convencionais.

CONURB - operação Carnaval

Para o show de sexta (17) de Carnaval, na Praça Dario Salles, a rua Rio Branco (entre a rua Jerônimo Coelho e XV de Novembro), e a rua 9 de Março (entre a Travessa Doutor Norberto Bachmann e a rua Itajaí) ficarão interditadas, das 18 até 3 horas da madrugada de sábado. Haverá 45 agentes de trânsito atuando no local.

Para o desfile de sábado (18), na rua Rio Branco (entre a rua XV de Novembro e a rua Marinho Lobo), a partir das 14 horas, até 5 horas da manhã de domingo, serão interditadas as seguintes vias: Marinho Lobo, 7 de Setembro, 3 de Maio, Jeronimo Coelho e 9 de Março.

Nos demais dias, os agentes de trânsito atuam normalmente. A Conurb solicita que neste período a comunidade busque rotas alternativas aos pontos interditados, dirija com cuidado e estacione somente em locais permitidos.

CULTURA
Os museus irão atender os visitantes em horário especial no feriadão de Carnaval. O Museu de Arte e o Museu Nacional de Imigração e Colonização atendem os visitantes nos dias 18, 19, 21 e 22 de fevereiro das 12 às 18 horas.

A Estação da Memória fica aberta para visitação das 11 às 17 horas. Os museus e espaços de memória estarão fechados nesta segunda-feira (20), seguindo as normas internacionais, para manutenção e limpeza de seus espaços.

O Arquivo Histórico não terá expediente nos dias 20 e 21 de fevereiro. A unidade retorna as atividades na quarta-feira (22/02) a partir das 14 horas.

A Casa da Memória, Museu Casa Fritz Alt, Museu Arqueológico de Sambaqui, Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior (escolas de artes, música e ballet) estarão fechados entre os dias 18 a 22 de fevereiro. As aulas nas escolas da Casa da Cultura iniciam na quinta-feira (23/02).
Por conta do ponto facultativo e do feriado, a Fundação Cultural de Joinville, a coordenação do Centreventos Cau Hansen e do Teatro Juarez Machado estarão fechados de segunda (20) a quarta-feira (22), retornando suas atividades na quinta-feira (23/02). A maioria das equipes destes locais está envolvida nas atividades relacionadas ao Carnaval. Mais informações pelo (47) 3433.2190 na FCJ, ou nas unidades.

DEFESA CIVIL
Contato para situações de emergência pelo número 199.

FAZENDA
Os serviços fazendários, no prédio central da prefeitura, retomam o atendimento a partir das 14 horas do dia 22 de fevereiro.

FUNDAMAS
Nos dias 20, 21 e 22 de fevereiro será de ponto facultativo nas oito unidades Fundamas, incluindo as duas unidades Casa Brasil. Sendo assim, as aulas normais voltam somente na quinta (23). Porém, mesmo não tendo aulas nas unidades nestes dias, a Webrádio Fundamas Casa Brasil continuará no ar 24 horas. A equipe da Fundamas Casa Brasil Sul, que mantém a programação, estará de plantão nestes dias.
Mais informações, acesse nosso site: www.fundamas.com.br ou ligue 3436 0033.


MERCADO PÚBLICO MUNICIPAL:
Funciona normalmente. No sábado, dia 18, das 7 às 13h30, e de segunda a sexta, das 7 às 19 horas.


PARQUE DA CIDADE
Os agendamentos são realizados às sextas-feiras, das 8 às 18 horas, nos telefones 8498.1613 ou 354.6465. Para a segunda, terça e quarta-feira de Carnaval não serão reservados horários para que o uso fique livre, por ordem de chegada.

SAÚDE

· Os Postos de Saúde e os serviços de referência como Centrinho, Naipe, Policlínica Boa Vista e os Caps fecham na sexta-feira (17) e voltam na quarta-feira (22), às 14 horas.
· O CAPS 3 (Centro de Apoio Psicossocial) ficará aberto 24 horas.
· A Farmácia Escola fecha na sexta-feira (17) e retorna na quinta-feira (23), às 8 horas.
· As Vigilâncias Sanitária e Epidemiológica estarão com equipe sobreaviso.
· Os Pronto-Atendimentos (Norte, Sul e Leste) funcionarão normalmente.
· Os serviços administrativos da Secretaria da Saúde fecham na sexta-feira (17) e voltam na quarta-feira (22), às 14 horas.
· Os serviços do Samu atendem normalmente.

TRANSPORTE COLETIVO
Na segunda-feira (20/2), as linhas seguem horário de sábado. Já no dia 21, o transporte coletivo volta a operar com horários de dias úteis, porém sem linha direta. A Passebus não terá expediente na segunda, mas na terça-feira atenderá normalmente.

TURISMO
Entre os dias 18 e 22 de fevereiro, período de carnaval, as Centrais de Atendimento ao Turista (CATs) da Fundação Turística de Joinville funcionarão em horário normal, sem alteração.

- CAT Ottokar Doerffel
Rua Ottokar Doerffel, às margens da BR 101.
Tel: (47) 3453.0177
Horário de Atendimento: Diariamente das 9 às 17 horas.

- CAT Aeroporto
Av. Santos Dumont, 9000, sala 1
Tel: (47) 3427.4409
Horário de Atendimento:
Segunda a sexta das 7h30 às 13h30 e das 16h às 22h.
Sábado das 8h às 14h.
Domingo das 11 às 14h30 e das 16h às 20h30.

- CAT Casa Krüger
Rodovia SC301
Tel: (47) 3427.5623
Horário de Atendimento: Diariamente das 9 às 17 horas.


Fonte: www.joinville.sc.gov.br/

14 de fev de 2012

AUPEX na Campus Party

"A Campus Party – um dos maiores eventos de tecnologia teve sua 5ª edição no Brasil com uma novidade: o Educaparty. O Educaparty, que teve sua primeira edição em Valência, na Espanha, é um movimento que visa aproximar a educação dos avanços das recentes inovações em tecnologias digitais."

A convite da Fundação Telefônica, promotora do evento, a professora Gládis Leal dos Santos, responsável pela comunicação em Mídias Sociais da AUPEX,  participou da EducaParty que aconteceu de 07 a 10 de fevereiro de 2012, no Anhembi Parque – São Paulo.

A palestra de abertura, marcada para o dia 7/2 foi do pesquisador indiano Sugata Mitraprofessor de Tecnologia Educacional da Newcastle University, bastante conhecido pelos educadores por suas pesquisas e métodos aplicados com crianças como no vídeo O buraco no muro.

Os educadores convidados para a Educaparty participaram de uma jornada de aprendizagem  possibilitou compartilhar experiências e participar de atividades sobre Educação e Cultura Digital.












A leitura muito além dos livros

Fonte: http://www.pedagogiaaopedaletra.com


Alessandra Aparecida Souza Lima Marques - Professora de língua portuguesa, literatura e redação, formada pela UFMG e pós-graduada em estudos linguísticos pela UNI-BH

É comum ouvir as pessoas se lamentarem de que os jovens encontram-se envolvidos apenas com o universo cibernético, mas não seduzidos por livros. Pergunta-se: qual é o papel familiar nesse processo? E a resposta está longe de ver a família como coadjuvante nessa história. Faz-se necessária a contribuição efetiva da família para que haja um incentivo, um lugar construído para a leitura, e assim não delegue essa responsabilidade apenas para a escola. Primeiramente, deve-se enfatizar que o processo da leitura não acontece somente no contato com um livro, revista ou jornal. A leitura precisa ser compreendida também como uma leitura de mundo. Sendo assim, o trabalho de interpretação, de construção de significados será mais rico e produtivo se exercitado em diversos momentos e esse processo é uma construção conjunta, que não se restringe à escola.

Ler não é apenas decodificar: é também decodificar. A polissemia desse verbo está presente em diversos campos do conhecimento, que vão desde a ciência e tecnologia até a filosofia, música, as artes, a literatura. O leitor participa de um jogo, muitas vezes sedutor, em que a resposta única não existe, existe a resposta possível em face de inúmeras leituras, a resposta aceitável diante de uma argumentação coerente. O leitor preenche as lacunas deixadas no texto, com suas referências múltiplas, evocadas por signos textuais e acionadas por um coautor, através de seus recursos cognitivos. Nessa perspectiva, a leitura instiga a pensar de forma articulada e caminha para um exercício de interpretação, que está além do código linguístico. É um processo interativo em que é imprescindível o conhecimento prévio, no sentido linguístico, textual, mas também a leitura de mundo. A bagagem trazida no ato da leitura faz com que o exercício passe da superficialidade e torne-se enriquecedor. Na obra O ato da leitura, Wolfang Iser trabalha o processo da leitura como a interação dinâmica entre texto e leitor e ressalta que o não dito estimula os códigos, os atos de constituição de sentido, incentivando o leitor a ocupar os vazios do texto com suas projeções.

A leitura passa pelo envolvimento, pela decodificação de símbolos, pelo prazer e, consequentemente, pela construção de significados. Roland Barthes via o texto como prazer e nesse universo caberia falar de emoção, de fruição, de expressões ambíguas como prazer do texto e texto de prazer: “ Haveria uma mística do texto – Todo o esforço consiste, ao contrário, em materializar o prazer do texto, em fazer do texto um objeto de prazer como os outros.” O prazer, cujo significado associa-se a contentamento, alegria, boa vontade, agrado, distração e divertimento, requer algo que transcende a simples teoria, e que seja efetivamente vivido. Sabe-se: melhor que a teoria é o aprendizado pelo exemplo, que produz um efeito ainda mais real. Nesse sentido, a escola não pode estar solitária: há o papel solidário e imprescindível da família, que abrirá espaços para que os momentos de leitura se façam presentes no dia a dia. As experiências compartilhadas, as leituras feitas em diversos níveis, que não se restringem apenas aos livros, mas se estendem a filmes, propagandas e músicas podem ser instrumentos para que o mundo seja percebido sob uma perspectiva enriquecedora de relacionar a ficção à realidade.

O diálogo estabelecido entre texto e leitor suscita a ideia de que o texto é um elemento vivo, uma materialidade de significantes que o autor articulou. Contudo, só toma corpo com o olhar do outro. O leitor, sob a ótica de suas experiências, conduz a leitura de forma mais prazerosa, ou não. Assim, a leitura passa por caminhos descontínuos, onde quem lê aciona seus links intertextuais. Mudar o perfil de uma sociedade letrada, mas que não vê a leitura como prazer, como diversão, é mudar um universo culturalmente construído em que ler é sinônimo de imposição, de obrigação e de necessidade. A leitura deve deixar seu lugar estratégico de busca de conhecimento para se transformar em deleite. Descobrir que algo, até então visto como objeto de punição, pode ser prazeroso, instigante e desafiador é se ver diante de um tipo de texto que se casa com seus desejos ou que, mesmo indo de encontro aos seus pensamentos, é reflexivo e promove o crescimento. Tornar-se leitor autônomo, questionador e, portanto, coautor de um texto, é o primeiro passo para entender que a leitura está além dos livros e que um texto só ganha vida quando alguém imprime suas inferências, contribuindo para que as palavras deixem de ser apenas um signo linguístico. Quando alguém relaciona a realidade ficcional com a realidade em que se vive.


Estado de Minas, 14/02/2012 - Belo Horizonte MG

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6 de fev de 2012

Emprego formal em Joinville cresce mais que a economia e a população

Estudo vai auxiliar na definição de programas sociais

 
 
O emprego formal cresceu, em média, 6% ao ano em Joinville entre 2004 e 2010. Esse índice é superior ao crescimento anual da economia no município (3.6%), da população geral (1,8%) e da população economicamente ativa, estimada em 1,4%. Em média, são criados, por ano, cerca de 9 mil empregos formais - os números passaram de 130.195 empregos em 2004 para 184.239 em
2010.

Os dados fazem parte do "Estudo sobre as condições de inserção dos trabalhadores no mercado de trabalho formal no município de Joinville", realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos

Socioeconômicos).

O estudo foi apresentado pelo técnico do Observatório do Trabalho do Dieese, Marcos Souza, na tarde desta quinta-feira (2/2), durante reunião do Conselho Municipal de Trabalho e Emprego, na Sala do Colegiado da Prefeitura. Também participaram dirigentes sindicais, do novo presidente da Ajorpeme, Gean Corrêa, e representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e de agências de recursos humanos.


O estudo foi contratado pela Secretaria de Integração e Desenvolvimento Econômico e entregue para a Secretaria de Assistência Social. "Temos agora um retrato do que acontece em Joinville e essas informações nos darão

subsídios para a elaboração de projetos mais eficazes", destacou a secretária de Assistência Social, Rosemeri Costa, lembrando que em março deve ser inaugurado o Cepat (Centro Público de Atendimento ao Trabalhador), que vai funcionar na rua Abdon Batista e integrará todos os
serviços ligados à geração, qualificação e intermediação de mão de obra, inclusive o SINE Municipal.

A indústria é a responsável pelo maior número de empregos formais, seguido do comércio. As funções que mais empregam em Joinville são as de agente, assistente e auxiliar administrativo, seguido de operador do comércio em lojas e mercados.


Segundo o Dieese, essas são as ocupações que despontam nos empregos formais em todo o País, e não seria diferente em Joinville. Mas, aqui, o que chamou a atenção do órgão foi o crescimento das ocupações de vigilante e guarda de segurança, com um aumento médio anual de 22%.


Segundo o estudo, a maior taxa de crescimento foi verificada entre os trabalhadores com idade entre 50 e 64 anos, que cresceu em média 13% ao ano entre 2004 e 2010. Predominam em Joinville os trabalhadores que possuem o ensino médio completo. O emprego cresce mais intensamente nas faixas que representam escolaridade mais elevada. E o principal tipo de admissão em Joinville é o reemprego, situação recorrente no mercado de trabalho formal como um todo.


O técnico do Dieese ressaltou também como ponto positivo a oferta de cursos alinhados com as necessidades do mercado de trabalho. "Encontramos cursos para a indústria, para a gestão e para a área de ambiente, saúde e

segurança do trabalho", destacou.

O estudo foi feito com base nas informações do IBGE, da Secretaria de Comércio Exterior/Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Secex/MDIC), da Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do

Trabalho e Emprego (RAIS/MTE), do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do MTE e outras fontes oficiais de informação.
 
Fonte: http://www.joinville.sc.gov.br

Conheça um pouco da história da UNIASSELVI

Conheça a dinâmica dos encontros presenciais dos cursos EAD UNIASSELVI

Os encontros presenciais são momentos importantes para o processo de interação entre os acadêmicos. O quadro abaixo descreve a dinâmica das atividades que serão desenvolvidas em cada um dos quatro encontros presenciais de cada uma das disciplinas do curso.


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Matrículas abertas: Pós graduação em Educação Infantil, Anos Iniciais e Gestão Escolar

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2 de fev de 2012

Teatro SESC Joinville apresenta estreia de curta joinvilense neste sábado

Agenda Cultural de 1º à 05/02/2012

A Fita Branca (cinema)
Data: 02/02/2012 (Quinta)

1913. Em um vilarejo no norte da Alemanha vivem as crianças e adolescentes de um coral, dirigido por um professor primário (Christian Friedel). O estranho acidente com o médico (Rainer Bock), cujo cavalo tropeça em um arame afiado, faz com que uma busca pelo responsável seja realizada. Logo outros estranhos eventos ocorrem, levantando um clima de desconfiança geral.

Confira o trailer:




Local: Teatro SESC Joinville
Horário: 19h30
Classificação etária: 16 anos
Entrada franca


Tartarugas podem voar (cinema)
Datas: 03/02/2012 (Sexta)

Em uma vila de curdos no Iraque, na fronteira entre o Irã e a Turquia e pouco antes do ataque americano contra o país, os moradores locais buscam desesperadamente uma antena parabólica, na intenção de ter notícias via satélite.

Confira o trailer:



Local: Teatro SESC Joinville
Horário: 19h30
Classificação etária: 14 anos
Entrada Franca


Lançamento Curta Joinvilense “Jantar a Dois” (cinema)
Data: 04/02/2012- Sáb

Local: Teatro SESC Joinville
Horário: 20h
Classificação etária: Livre
Entrada Franca


Castelo Rá-Tim-bum, o filme (cinema)
Data: 05/02/2012 (Domingo)

Nino (Diego Kozievitch) um aprendiz de feiticeiro que vive com seus tios, Morgana (Rosi Campos) e Victor (Sérgio Mamberti), há 300 anos. Ansiando em ter uma vida normal como todos os demais garotos, ele acaba participando, involuntariamente, de uma trama orquestrada por sua tia Losângela (Marieta Severo), que pretende roubar o livro de magias de Morgana.

Confira o trailer:



Local: Teatro SESC Joinville
Horário: 16h
Classificação etária: Livre
Entrada Franca


A dupla vida de Veronique (cinema)
Data: 05/02/2012 (Domingo)

Weronika vive na Polónia. Véronique vive na França. Não se conhecem uma à outra, mas ambas sentem que não estão sozinhas no mundo. Weronika aceita um lugar numa escola de música, trabalha com afinco, mas morre na sua primeira atuação pública. Nesse mesmo momento, a vida de Véronique parece sofrer uma reviravolta e esta desiste de cantar. Cada um de nós tem, algum lugar no mundo, o seu exato duplo, alguém que partilha os nossos pensamentos e os nossos sonhos.

Confira o trailer:




Local: Teatro SESC Joinville
Horário: 19h30
Classificação etária: 14 anos
Entrada Franca


SESC Joinville
Telefone: (47) 3441.3300
cajcentral@sesc-sc.com.br
sesc-sc.com.br

Pós Graduação em Educação Infantil - vagas abertas na AUPEX

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Diversos eventos marcam a comemoração dos 40 anos do Arquivo Histórico

Gabriel Nunes
02/02/2012

No mês de março de 2012, o Arquivo Histórico de Joinville comemora seus 40 anos de fundação. Para comemorar esta data, a unidade prepara uma série de atividades com o intuito de refletir a importância do Arquivo para a cidade. Entre uma destas atividades, destaca-se a publicação da terceira edição da Revista do Arquivo Histórico de Joinville. Os interessados em participar da revista, podem enviar seus trabalhos até o dia 30 de abril de 2012. As demais atividades serão divulgadas ao longo do ano.

Fonte: http://nossajoinville.com.br

Basquete de Joinville joga contra o Bauru hoje no Centreventos

 

O Basquete de Joinville volta à quadra na noite desta quinta-feira (2/2). O adversário da equipe Cia. do Terno/Romaço/Joinville será o Itabom/Bauru, em confronto que acontece no Centreventos Cau Hansen, a partir das 20 horas. Os ingressos podem ser adquiridos através do site da equipe ou na bilheteria do Centreventos a partir das 17 horas de hoje.
Depois de dois jogos fora de casa, quando conseguiu a primeira vitória longe de Joinville, a equipe Cia. do Terno/Romaço/Joinville teve como destaque o ala Rashad Bishop. O norte-americano foi cestinha seguido nos jogos contra o Minas (vitória por 75 a 72), em Belo Horizonte, e frente ao Uniceub/BRB/Brasília (derrota por 100 a 83), respectivamente com 22 e 27 pontos.
O técnico José Neto destaque que mais importante é que o time entendeu a proposta de jogo e isso permite que ocorra uma alternância dos cestinhas. “O time joga trabalhando para um determinado atleta sobressair a cada partida e a maneira como Bishop atua possibilita para o americano ter uma pontuação expressiva”, explica o treinador do time joinvilense.
A equipe de Bauru, adversária joinvilense desta quinta-feira (2/2), mereceu uma observação do treinador Neto: “Trata-se de uma equipe muito bem organizada”. Para Joinville (10º colocado com seis vitórias em 16 jogos) fazem frente ao time paulista (vice-líder com 12 vitórias em 15 jogos) é preciso a combinação de dois fatores: “A nossa equipe deve manter este entendimento da proposta de jogo e a participação da torcida joinvilense”. Para Neto, trata-se da combinação de dois fatores imprescindíveis para conseguir a vitória sobre qualquer adversário em Joinville.
A equipe Cia. do Terno/Romaço/Joinville terá mais dois treinos no Centreventos Cau Hansen antes de enfrentar o Itabom/Bauru. Na tarde desta quarta-feira (1º/2) as atividades serão das 17 às 19 horas. No dia do jogo, pela manhã, os atleta terão um treino leve das 10 às 11 horas.


Fonte: http://nossajoinville.com.br

Professor deve ser capacitado para a nova maneira de dar aula

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SÉRGIO AMARAL ESPECIAL PARA A FOLHA

A aula tradicional está cada vez mais mediatizada pelas tecnologias digitais. Começamos com a introdução do computador, passamos pela lousa digital, até chegarmos aos tablets. Para os professores, a introdução dos tablets em sala de aula deverá trazer uma grande mudança na maneira de dar aula, de apresentar e de discutir o conteúdo com seus estudantes. O problema não é com os alunos, mas com os professores. Precisamos capacitar os docentes para a utilização didática dos tablets no desenvolvimento das atividades pedagógicas em sala de aula. O professor necessita de uma mudança na maneira de ensinar, precisa de uma adaptação do material didático. É fundamental desenvolver atividades em sala de aula com conteúdos que efetivamente utilizem os recursos tecnológicos dos tablets.

O tablet é pequeno, apresenta certa dificuldade de realizar anotações e outros problemas se compararmos com o livro didático. Mas apresenta recursos com a convergência multimidiática e a conexão com a internet que facilitam a busca e a integração de conteúdo,contribuindo com o processo de aprendizagem. Para tanto, é necessário que a capacitação dos professores não seja somente instrumental, mas contextualizada na potencialidade e na limitação da tecnologia. Deve incluir como são as novas formas de interagir, a linguagem e a construção de conteúdo e como incorporá-las nos processos de ensino e de aprendizagem. Só assim, de fato, estará justificado o uso de tablets em sala de aula, como efetivo instrumento do aprender.