26 de fev de 2014

Educação a distância é solução para profissionais ainda não graduados



Com cursos totalmente realizados pela internet, a modalidade já conta com mais de um milhão de alunos no Brasil, todos em busca de reduzir o tempo e os custos para obter o diploma do ensino superior.
A cada ano, a educação a distância vem derrubando barreiras e preconceitos. Os principais fatores para o crescente número de alunos estão na formatação da modalidade.  No modelo e-learning, o único momento em que o aluno precisa ir até à universidade é para realizar as avaliações presenciais, ou seja, todo o restante do percurso da graduação é realizado a distância, pela internet, com apoio de professores e tutores. (...)
Outro dado que valoriza ainda mais a educação a distância, principalmente os cursos superiores de tecnologia, que possibilitam a conclusão do ensino superior em dois ou três anos, chega através da pesquisa Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2011, divulgada em 2013 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo, que reúne informações cadastrais e econômicas de empresas e outras organizações, mostra a diferença salarial entre graduados e não graduados. Quem possuía nível superior recebia, em média, salário de R$ 4.135 reais, já quem não possuía, a média era de R$ 1.294 reais. 
Para o professor Fabiano Ceretta, a educação continuada é tão importante quanto a obtenção do ensino superior.  “O mais importante é o aluno não parar de estudar. Há diferença entre graduados e não graduados, mas se ampliarmos e buscarmos números de profissionais com pós-graduação, Mbas, e até doutorado e mestrado, essa diferença aumenta mais ainda. Isso demonstra a importância da qualificação e formação superior que o Brasil necessita, já que ainda são incipientes os índices de graduados no país”, afirma.

Fonte: http://www.administradores.com.br/

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